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IDSM (AM)

 

 asmelcO Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) foi criado em maio de 1999. É uma Organização Social fomentada e supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), atuando como uma das unidades de pesquisa do MCTI. Seu primeiro Diretor Geral foi o primatólogo José Márcio Ayres. Desde o início, o Instituto Mamirauá desenvolve suas atividades por meio de programas de pesquisa, manejo e assessoria técnica nas áreas das Reservas Mamirauá e Amanã, na região do Médio Solimões, Estado do Amazonas. Juntas, estas reservas formam um bloco de 5,7 milhões de hectares, a maior área florestal protegida do mundo. Por intermédio de convênios com o Governo do Estado do Amazonas, o Instituto Mamirauá apóia a gestão destas reservas.

 

A criação das Reservas Mamirauá e Amanã, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e da Pousada Uacari foram conseqüências dos inúmeros esforços e múltiplas capacidades do primatólogo José Márcio Ayres, que dedicou toda a sua vida (cerca de 30 anos), ao desenvolvimento sustentável da Amazônia, uma região marcada pelo abandono social, exploração predatória de recursos e concentração de renda. Em 2008 foi inaugurado o memorial Márcio Ayres na sede da IDSM, em Tefé, nele constam fotos, livros, equipamentos, a vida e a cronologia detalhadas de José Márcio Ayres, pesquisador, cientista, biólogo, primatologista, ambientalista, Doutor em ecologia e protetor dos seres vivos. Grande parte do material do memorial está disponível no próprio site do IDSM.

Ayres Redigiu a primeira proposta, aceita pelo Governo do Estado do Amazonas em 1991, criando naquela unidade federativa a Estação Ecológica Mamirauá (EEM), localizada entre as confluências dos rios Solimões e Japurá e o Auati-Paranã, com uma área total de 1.124.000 hectares. Em 1993, a EEM foi reconhecida pela “Convenção Ramsar”, passando a integrar uma relação de áreas úmidas de importância e interesse mundial. A iniciativa de criação da EEM foi apoiada por pesquisadores do Museu Emílio Goeldi (PA), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas.

A EEM foi transformada na primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Brasil em 1996, também por iniciativa de Márcio Ayres e dos pesquisadores que o apoiavam. Eles também projetaram um grande corredor ecológico, sugerindo outra RDS – a de Amanã – com 2,5 milhões de hectares, unida ao Parque Nacional do Jaú. A RDS Amanã foi criada em 1998.

A maior preocupação de José Márcio Ayres era defender o rico ecossistema local que incluía espécies endêmicas, como o exótico macaco uacari branco e o macaco de cheiro da cara preta, que estavam sendo extintos.

A criação das reservas ambientais e da Pousada Flutuante Uacari permitiram que os moradores promovessem a conservação dos seus recursos naturais e o fortalecimento da comunidade e geração de renda.

As áreas das Reservas Mamirauá e Amanã são administradas de forma compartilhada pelo Instituto Mamirauá e pelas comunidades da reserva, que através desta bem sucedida parceria conseguiram não apenas salvar as os macacos, mas, preservar outras espécies da fauna como o boto vermelho, o jacaré-açú, a preguiça e o pirarucu, exemplares da fauna brasileira, que lá existem em abundância.

As atividades de ecoturismo de base comunitária são realizadas com acompanhamento de guias locais, detentores do conhecimento tradicional e guias naturalistas que transmitem o conhecimento científico sobre a reserva, isto permite conservar a área ambiental e valorizar a cultura local.

Os lucros obtidos através da Pousada Uacari permitem a continuidade dos projetos de desenvolvimento comunitário e atividades de fiscalização e conservação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

Dentre as atividades estão incluídas visitas às trilhas e lagos para observação da fauna e flora, passeios de canoa pela floresta alagada (maio e julho), encontro com pesquisadores e visita às comunidades locais.

Missão:
“Promover pesquisa científica para a conservação da biodiversidade através de manejo participativo e sustentável dos recursos naturais na Amazônia”.

Visão:
“Ser um instituto de referência nacional e internacional em desenvolvimento sustentável para a conservação da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida da população amazônica, com suas estruturas físicas, financeiras e de pessoal consolidadas”.

Objetivos:

  1. Desenvolver, incentivar, coordenar, executar e administrar a realização de projetos que objetivem a conservação e, especialmente, a preservação de florestas inundadas;
    II. Promover o desenvolvimento sustentável da Região em articulação com a população local;
    III. Arregimentar e gerir fundos econômicos e financeiros legais, provenientes de doações de indivíduos e/ou entidades nacionais e estrangeiras, públicas ou privadas, para o cumprimento da missão;
  2. Desenvolver ou financiar estudos e pesquisas sobre o uso sustentável dos recursos naturais das florestas inundadas;
  3. Realizar pesquisas de natureza básica, aplicada e tecnológica nas áreas de sua competência e afins;
  4. Proporcionar e contribuir para o treinamento cientifico e tecnológico de recursos humanos para o Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, público e privado, nas áreas de sua competência e afins;

VII. Apoiar e cooperar com a atuação de entidades públicas e/ou privadas, cujo objetivo coincida ser a conservação, a preservação e a melhoria do meio ambiente da Região Amazônica;

VIII. Desenvolver programas educacionais, priorizando as questões ambientais nas florestas inundadas da Amazônia;

  1. Realizar e executar projetos próprios ou de terceiros, realizando eventos, cursos e treinamentos com temas relacionados à conservação e preservação do meio ambiente Amazônico;
  2. Desenvolver, gerar, licenciar tecnologias e adquirir no país e no exterior materiais, componentes, equipamentos e serviços para cumprir sua missão, por seus próprios meios ou em associação com centros de pesquisa e/ou entidades nacionais e estrangeiras.

(Texto extraído do site www.mamiraua.org.br).

Contatos do IDSM:

Sede:
Av. Brasil, 197    Bairro: Juruá    CEP: 69470-000
Tefé – Amazonas
Tel: (97) 3343-4672

Pousada Uacari/ Reserva Mamirauá:

Cel: (97) 81115646

Email ecoturismo@mamiraua.org.br

Skype: ecoturismo.mamiraua

MSN: ecoturismo@mamiraua.org.br

Site: www.pousadauacari.com.br

 

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